Equipe de apoio

Vale salientar que dos esportes aéreos que já conviví, é no balonismo que a equipe de apoio tem a maior parcela de participação.

Primeiro porque o balão é muito grande e tem certas posições, na hora da inflagem do balão, por exemplo, que o piloto não consegue visualizar como um elemento da equipe está atuando.

Segundo porque o manuseio de uma peça tão grande necessita de uma grande harmonia para se realizar as tarefas com rapidez, de uma única vez e com o mínimo de esforço dos integrantes.

As funções na equipe são intercambiáveis, mas sempre que possível, deve-se manter duas funções fixas: o chefe da equipe e o motorista do veículo.

  1. O chefe da equipe deve ser o elemento mais experiente, depois do piloto é lógico. É ele que deve definir as ações a serem executadas, em situação imprevista, desde que o piloto não esteja presente. Ele não deve estar preso a uma atividade, devendo orientar nos locais não visíveis ao piloto.

  2. O motorista deve ser um elemento habilidoso e habituado com o veículo,  deve dirigir atento às orientações do chefe da equipe, sempre com prudência e cautela, lembrando-se que o pouso é muito mais controlável quando a equipe de apoio já está no local de pouso, mas que é preferível chegar ao pouso atrasada, do que não chegar por um acidente ou mesmo por causa de uma pequena batida do carro de resgate com um motorista desatento que apenas comtemplava o balão!

Quando todos elementos da equipe executam suas funções, um espectador acredita que ele próprio poderia estar participando, se divertindo, pois se bem executado nenhuma tarefa necessita de muita força, rapides e destreza. É só bom senso, noção de equipe e cautela. Ou seja, todos na equipe se divertem, divertem os outros e desenvolvem o espírito de equipe!

Vejamos, a seguir, a atuação da equipe nas diversas etapas do vôo:

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